No cenário atual da cardiologia intervencionista, a reestenose intra-stent (RIS) permanece como condição de relevância clínica, apesar dos avanços tecnológicos relacionados aos stents farmacológicos de novas gerações e ao uso crescente de métodos de imagem intracoronária. À luz dos mecanismos fisiopatológicos, dos recursos diagnósticos disponíveis e das estratégias terapêuticas contemporâneas, analise as assertivas a seguir:
I. A principal causa de RIS tardia em stents farmacológicos está associada ao desenvolvimento de neoaterosclerose.
II. O IVUS e a OCT permitem diferenciar hiperplasia neointimal homogênea de padrões morfológicos compatíveis com neoaterosclerose.
III. A aterectomia coronária com Excimer Laser (ELCA) constitui ferramenta terapêutica potencialmente útil no manejo de lesões coronárias complexas, incluindo oclusões totais crônicas e lesões não cruzáveis ou não dilatáveis.
IV. A angioplastia com balão farmacológico representa estratégia terapêutica válida para o tratamento da RIS, particularmente quando se busca evitar a implantação de camadas adicionais de stent.
Quais estão corretas?