Um paciente de 42 anos, com diagnóstico confirmado de Miastenia Gravis generalizada, é admitido no pronto-socorro com dispneia progressiva, voz anasalada, disfagia importante e incapacidade de sustentar a cabeça. Apresenta frequência respiratória de 30 irpm, uso de musculatura acessória e capacidade vital forçada reduzida (< 20 mL/kg). Gasometria arterial evidencia hipercapnia. Não há sinais clínicos de crise colinérgica. De acordo com o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Miastenia Gravis do Ministério da Saúde (Portaria Conjunta n.º 11/2022), a conduta terapêutica CORRETA indicada para o manejo da crise miastênica é: