
Em algumas partes da África, o alimento básico é a mandioca, que contém quantidades substanciais de linamarina, um glicosídeo de cianidrina de acetona derivado da glicose. O glicosídeo não é venenoso em si, mas enzimas no intestino humano o decompõem e liberam HCN, processo cujas reações são representadas na imagem precedente. Eventualmente, 50 mg de HCN por 100 g de mandioca podem ser liberados, o suficiente para matar um ser humano após uma refeição de mandioca não fermentada. Se a mandioca for amassada com água e deixada em repouso, ela irá fermentar, as enzimas presentes na mandioca farão o mesmo trabalho, podendo o HCN ser removido antes do cozimento e consumo do alimento. A mandioca torna-se segura para consumo, mas ainda contém algum glicosídeo. Algumas doenças encontradas no leste da Nigéria podem ser atribuídas ao consumo prolongado de HCN. Glicosídeos semelhantes são encontrados nas sementes da maçã e nos caroços de frutas como pêssegos e damascos.
Com base na imagem e no texto apresentados, é correto afirmar que