Considerando que uma UTIP pretende usar escores para comparar desempenho assistencial e estratificar gravidade na admissão, é CORRETO afirmar, sobre esses instrumentos, que:
Escores prognósticos substituem julgamento clínico e devem definir, isoladamente, limitação de suporte e elegibilidade para terapias intensivas.
Escores como PRISM/PIM têm utilidade em estratificação e benchmarking, mas não devem ser usados isoladamente para decisões individuais irreversíveis.
O principal papel do escore de gravidade é escolher antibiótico empírico, dispensando correlação com foco infeccioso e contexto clínico.
Escores prognósticos têm utilidade apenas em pesquisa multicêntrica e não oferecem valor para gestão assistencial em unidades reais.
O uso de escores elimina necessidade de reavaliação seriada, pois a gravidade estimada na admissão permanece estável na internação.
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