O Controle de Qualidade Total (TQC) e a abordagem Seis Sigmas apoiam-se em ferramentas comuns, mas a gestão das duas estratégias é bastante diferente. O TQC está fundamentado no aprimoramento contínuo, sendo considerado uma jornada em que nunca se atinge o alvo, pois ele está sempre à frente. Ou seja: quando se atinge um certo patamar, busca-se outro melhor e mais adiante. Já o programa Seis Sigmas procura buscar a perfeição na resolução de projetos, bem definidos. Vale ressaltar que o Seis Sigmas incorpora a visão do negócio na estratégia da qualidade. Posto isso, a abordagem Seis Sigmas muda a forma de gerenciamento, porque as decisões passam a ser abalizadas em dados, e não apenas em intuições ou sentimentos. Breyfogle (2003) afirma que “se os dados fossem concentrados dentro dos limites de especificações e tivesse vários desvios-padrão à taxa de ppm (parts per million), representaria o número de partes por milhão que estariam fora dos limites, conforme a Tabela”.
Tabela de Conversão Entre ppm (parts per million) e Seis Sigmas
| ± Nível sigma do limite especificação |
(%) Distribuição Centralizada | *DPMO Distribuição 1,5 Sigma |
| 4 | 99,9936628 | 6209,7 |
| 5 | 99,9999426 | 232,67 |
| 6 | 99,9999998 | 3,4 |
*DMPO: Defeitos por milhão de oportunidades
(Fonte: BREYFOGLE, F. W. Six Sigma: smarter solutions using statistical methods. 2. ed. Austin: Wiley, 2003.)
Com base nos dados acima expostos, é correto afirmar que essa filosofia se esforça para alcançar operações com não mais do que