No contexto pedagógico atual, a História Contemporânea, tendo em vista que ela está mais próxima do cotidiano do aluno, tem sido muito valorizada como ponte para
o estudo do passado mais remoto. Há o risco de o ensino
(e a pesquisa) voltarem-se para um certo presentismo
subjetivista e cometer um dos (ou todos) três pecados
capitais da explicação histórica.
(Marcos Napolitano, Pensando a estranha História sem fim. Em: Leandro Karnal (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas)
Napolitano aponta como um desses pecados capitais
(Marcos Napolitano, Pensando a estranha História sem fim. Em: Leandro Karnal (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas)
Napolitano aponta como um desses pecados capitais