Mulher, 32 anos, procura atendimento por episódios recorrentes de cefaleia há 2 anos. Relata dor de início gradual, geralmente unilateral, de intensidade moderada a forte, com caráter pulsátil, duração de cerca de 24 horas, acompanhada de náusea, fotofobia e fonofobia. Refere que evita atividades físicas durante as crises e que não consegue trabalhar devido à intensidade da dor, mesmo usando analgésicos como naproxeno. Nega febre, rigidez de nuca, perda de peso, sintomas visuais ou motores antes da dor, congestão nasal, lacrimejamento ou ptose palpebral. Em sua história familiar, ela conta que sua irmã e mãe têm diagnóstico de enxaqueca. Refere que apresenta cerca de um a dois episódios similares por semana. O exame físico é normal. Assinale a alternativa que apresenta a melhor conduta diante dessa paciente.