Um homem de 61 anos, hipertenso e diabético, acompanhado pela equipe de Saúde da Família, refere dispneia aos esforços moderados e fadiga progressiva há cerca de quatro meses. Nega dor torácica, síncope ou internações recentes. Ao exame, apresenta pressão arterial de 128/78 mmHg, frequência cardíaca de 76 bpm, sem estertores pulmonares ou edema periférico. Ecocardiograma recente, solicitado pela APS, demonstra fração de ejeção do ventrículo esquerdo de 35%, sem valvopatias significativas. O paciente encontra-se clinicamente estável, em uso apenas de losartana em dose baixa. A conduta farmacológica inicial recomendada para esse paciente é: