A presença de um estudante cego na sala de aula inquietou um professor de Geografia sobre como trabalhar formas de relevo.
A dificuldade se fazia porque no material didático tais formas eram apresentadas quase sempre de modo visual, por meio de
mapas e imagens de satélites. O docente, aportando-se em seu processo de formação continuada, e conhecendo os preceitos
da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, entendia que devia incluir esse estudante na compreensão daquele
objeto do conhecimento.
Nesse contexto, a prática didática mais adequada a ser utilizada pelo professor para compreensão do conteúdo por esse
estudante é a: