Em um estudo sobre a organização curricular da
Educação Infantil, uma professora observa que a
Resolução CNE/CEB nº 5/2009 destaca como eixo
estruturante das práticas pedagógicas a brincadeira,
entendida não apenas como atividade lúdica, mas
como uma experiência fundamental para a
constituição subjetiva e social das crianças. No
entanto, com o advento da BNCC, os campos de
experiências passaram a substituir esse entendimento,
conferindo ao currículo uma estrutura baseada
exclusivamente em competências e habilidades,
relegando a brincadeira a uma função meramente
acessória no planejamento pedagógico.