Na saliva do carrapato um novo caminho a seguir contra a febre maculosa
“Quando o carrapato infectado se alimenta, ele injeta na pele do hospedeiro tanto a bactéria causadora da febre maculosa quanto moléculas da saliva capazes de suprimir a resposta imune. Isso permite que a infecção avance de forma silenciosa”, explica Sá Nunes. No estudo, a molécula Amblyostatin-1 demonstrou seletividade na inibição de catepsinas específicas, como a catepsina S e a catepsina L. A catepsina S é essencial para ativar células dendríticas, enquanto a catepsina L atua na resposta inflamatória dos neutrófilos. Ao inibir essas enzimas, a Amblyostatin-1 demonstrou ser capaz de reduzir significativamente a ativação de células do sistema imunológico.
A descoberta indica que a molécula Amblyostatin-1 reduz a