As fístulas arteriovenosas durais intracranianas (DAVFs) são oriundas de anastomoses patológicas entre artérias meníngeas e seios venosos durais e/ou veias corticais. Sobre as DAVFs, é INCORRETO afirmar que:
Têm hemodinâmicas similares às MAVs cerebrais, com baixa resistência, shunt arteriovenoso de alto fluxo e um risco maior de ruptura anual do que a MAV.
A classificação de Cognard tem como base para estratificação a presença ou ausência de refluxo venoso cortical, drenagem sinusal e direção do fluxo no seio dural envolvido.
As lesões da fossa craniana anterior e as tentoriais foram associadas a um maior risco de comportamento clínico agressivo do que as lesões em outros locais.
As lesões com refluxo venoso cortical não necessitam de tratamento, enquanto as lesões sem o refluxo demandam tratamento para eliminar o risco de hemorragia e déficit neurológico focal.
Os tipos mais comuns de DAVFs, como carótido-cavernosas, seio sigmoide transverso, seio sagital superior e infratentorial, são frequentemente passíveis de terapia endovascular.
Olá, para continuar, precisamos criar uma conta! É rápido e grátis.