A Geografia Cultural contemporânea, influenciada por aportes pós-estruturalistas e póscoloniais, tem deslocado a concepção de território como instância fixada ao Estado-Nação, propondo uma leitura relacional e multiescalar da espacialidade identitária. Autores como Doreen Massey, Edward Said e Rogério Haesbaert argumentam que o território é continuamente resignificado por práticas culturais, narrativas simbólicas e disputas de poder. À luz dessas contribuições, qual alternativa expressa uma crítica coerente à concepção tradicional de território como unidade homogênea e funcional?