A intensificação do uso de tecnologias digitais na produção do conhecimento geográfico, especialmente por meio de geoprocessamento, sensoriamento remoto e big data, tem ampliado a capacidade de representação e modelagem do espaço. No entanto, diversos autores apontam os riscos de fetichização da técnica e da naturalização dos dados, destacando os limites epistemológicos dessas ferramentas quando desprovidas de leitura crítica. Nesse sentido, assinale a alternativa que expressa com maior rigor uma crítica epistemológica pertinente à aplicação dessas tecnologias na análise espacial contemporânea: