Paciente feminina, 53 anos, vítima de agressão por PAF no abdome, é atendida no pronto-socorro e submetida à estabilização hemodinâmica na sala de trauma com 2000 mL de cristaloides e duas unidades de concentrado de hemácias; ao mesmo tempo, o exame FAST confirmou hemoperitônio.
Foi então encaminhada ao centro cirúrgico, onde foi submetida a laparotomia exploradora que evidenciou lesões transfixantes do estômago e cólon transverso. Foram realizadas rafias das lesões gástrica e colônica.
A paciente evoluiu com importante resposta inflamatória, permanecendo com doses altas de aminas, ventilação mecânica e reposição volêmica intensa. Após 24 horas, a paciente evoluiu com distensão abdominal progressiva, aumento da pressão de pico nas vias aéreas, oligúria e instabilidade hemodinâmica. A medida da pressão intra-abdominal pela sonda vesical mostra 28 mmHg, associada a disfunção orgânica.
Diante desse quadro, a conduta correta é