Brites & Barroco (2022), ao refletirem sobre a ética profissional
e demandas institucionais, elencam uma série de demandas
conservadoras dirigidas ao trabalho profissional, dentre elas,
as que: “pretendem conferir ao exercício profissional a
perspectiva do controle sobre os comportamentos e modo de
vida das (os) usuárias (os) dos serviços; pretendem
subalternizar o trabalho da (o) assistente social a
procedimentos e avaliações de outras profissões mais
valorizadas socialmente, como no caso do saber médico na
área da saúde, ou mesmo a decisões de gestores que
contrariam garantias constitucionais¬ ¬ e legislações sociais;
não reconhecem e desrespeitam as competências e as
atribuições privativas da profissão (...)” (p. 231). Nessa
conjuntura, as autoras afirmam que a realização objetiva da
ética profissional demanda, necessariamente,