Na ressecção de tumores craniofaciais extensos, o maior desafio reconstrutivo enfrentado pela equipe cirúrgica é:
Garantia de margens oncológicas amplas sem preocupação com reconstrução imediata.
Utilização exclusiva de enxertos de pele parcial para cobertura de grandes áreas.
Evitar reconstrução imediata para reduzir risco de recidiva tumoral.
Realizar apenas reconstrução estética, sem foco em função respiratória ou mastigatória.
Necessidade de reconstrução tridimensional que preserve função respiratória, mastigatória e estética facial.
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