Durante um jogo coletivo no pátio, com as crianças de
5 e 6 anos, a professora combinou que “quem errar volta
duas casas”. Em uma rodada, uma criança distrai-se, erra e
tenta seguir adiante. Duas reações aparecem: um grupo
exige punição imediata “porque a regra manda”, e outro
propõe “deixar passar” porque “foi sem querer”. Diante
dessa situação, na perspectiva piagetiana, a intervenção
CORRETA da professora é