Durante uma roda de conversa com profissionais de enfermagem do Hospital GHC, a equipe de educação permanente discutiu os desafios de capacitar os trabalhadores para o acolhimento humanizado de pacientes em sofrimento psíquico. Uma das servidoras relatou que, em sua formação técnica, sentia que apenas “decorava” protocolos e conceitos, sem compreender plenamente suas aplicações na prática. Outro colega sugeriu que, em vez de aulas expositivas convencionais, poderiam ser utilizadas estratégias que incentivassem a resolução de problemas reais do cotidiano hospitalar, propondo ações baseadas em experiências vividas pelos próprios participantes. Diante desse cenário, qual estratégia pedagógica se alinha melhor com uma proposta de educação transformadora e crítica, centrada no protagonismo dos trabalhadores da saúde?