Homem de 64 anos, ex-tabagista (45 maços/ano), procura a Unidade Básica de Saúde por dispneia progressiva aos esforços habituais, tosse crônica e expectoração matinal. Refere duas exacerbações no último ano, sendo uma com necessidade de internação hospitalar. Utiliza broncodilatador de curta duração sob demanda.
A espirometria pós-broncodilatador demonstra:
• VEF1/CVF = 0,62
• VEF1 = 48% do previsto
Na avaliação de sintomas, apresenta CAT = 18. Não há diagnóstico prévio de asma.
Qual deverá ser a conduta mais adequada para este paciente?