A documentação museológica é uma atividade primordial na dinâmica entre pesquisa, conservação e extroversão dos acervos. “O preenchimento da ficha de catalogação é uma etapa complexa dentro desse processo, pois é a partir das informações nela inseridas que se criará uma imagem fiel sobre o objeto a ser estudado, estabelecendo, portanto, uma espécie de diálogo entre o acervo e o usuário. Por essa razão, é importante compreender, com base em alguns manuais de documentação, quais informações se espera que o documentalista insira em cada campo” (Subsídios para documentação museológica, p. 55).
Fonte: Instituto Brasileiro de Museus.
Analise os seguintes campos e descritivos e em seguida responda ao que se pede:
I- DENOMINAÇÃO: nome das pessoas físicas (autores) ou jurídicas (fabricantes) que contribuíram para a criação/produção da peça.
II- NÚMERO DE TOMBO/REGISTRO: o número com o qual a obra foi tombada/registrada.
III- ESTADO DE CONSERVAÇÃO: indicar se o estado de conservação do objeto é bom, regular ou ruim. A especificação do grau de danos em cada um dos níveis deverá ser definida pela instituição com base em bibliografia da área.
IV- PROCEDÊNCIA: local de criação ou produção do objeto, escrito de forma completa e padronizada. Onde o objeto estava antes de ser adquirido pela instituição.
V- HISTÓRICO: descrição extrínseca do objeto, isto é, as informações que o contextualizam, considerando os aspectos históricos e simbólicos, bem como a sua trajetória.
É CORRETO o que se afirma apenas em: