B. B., do sexo feminino, com 66 anos de idade, hipertensa, portadora de diabete tipo 2 há 10 anos, com diagnóstico de acidente vascular encefálico isquêmico, foi admitida na unidade de clínica médica procedente da unidade de cuidados intermediários. Ao realizar o exame físico, o enfermeiro constatou que, entre outros itens, a paciente apresentava hemiplegia à direita, afasia expressiva e disfagia. O profissional observou que B. B. portava cateter central de inserção periférica em membro superior esquerdo e sonda vesical de demora. Ao verificar os registros de enfermagem, o enfermeiro constatou que a administração da dieta por via oral já havia sido iniciada há 1 dia e que, de acordo com a prescrição médica, a sonda vesical de demora deveria ser retirada e a paciente deveria receber a insulina detemir, por via subcutânea. Após finalizar a avaliação de enfermagem de B. B., o enfermeiro passou a desenvolver as demais etapas do processo de enfermagem.
No que diz respeito à remoção da sonda vesical de demora, o enfermeiro deve enfatizar ao profissional responsável por realizar o procedimento a necessidade de