Paciente de 36 anos, sexo feminino, procura atendimento por
disfagia progressiva para sólidos e líquidos há 2 anos,
acompanhada de regurgitação frequente de alimentos não
digeridos, perda de 8 kg no período e dor retroesternal
esporádica.
Endoscopia digestiva alta não mostrou lesões obstrutiva, mas havia grande retenção de resíduos alimentares no esôfago distal. Foi realizada manometria esofágica de alta resolução, que revelou:
• Relaxamento incompleto do esfíncter esofagiano inferior (pressão residual elevada);
• Peristalse ausente;
• Diagnóstico compatível com acalásia tipo II (Chicago).
A paciente, após discutir opções terapêuticas, opta pelo tratamento definitivo.
De acordo com o exposto, a conduta mais adequada é:
Endoscopia digestiva alta não mostrou lesões obstrutiva, mas havia grande retenção de resíduos alimentares no esôfago distal. Foi realizada manometria esofágica de alta resolução, que revelou:
• Relaxamento incompleto do esfíncter esofagiano inferior (pressão residual elevada);
• Peristalse ausente;
• Diagnóstico compatível com acalásia tipo II (Chicago).
A paciente, após discutir opções terapêuticas, opta pelo tratamento definitivo.
De acordo com o exposto, a conduta mais adequada é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas