No debate contemporâneo sobre fundamentos
pedagógicos, observa-se que as contribuições de
Decroly, Montessori, Freinet, Rousseau, Vygotsky,
Piaget e Paulo Freire não se organizam em uma matriz
unitária, mas constituem sistemas conceituais que
articulam, com tensões internas, diferentes concepções
sobre atividade, experiência, cultura, autonomia,
linguagem e criticidade. A leitura integrada desses
referenciais exige compreender como cada autor
redefine a relação entre infância, conhecimento e
intervenção educativa, evitando sínteses simplificadoras
que apaguem as especificidades epistemológicas que os
orientam. Considerando essas perspectivas, pode-se
afirmar que: