Amor de índio
(Canção de Beto Guedes)
Tudo que move é sagrado
E remove as montanhas com tudo cuidado, meu amor
Enquanto a chama arder
Todo dia te ver passar
Tudo viver a teu lado
Com o arco da promessa no azul pintado pra durar
A abelha fazendo o mel
Vale o tempo que não voou
A estrela caiu do céu
O pedido que se pensou
O destino que se cumpriu
De sentir seu calor e ser todo
T
odo dia é de viver
Para ser o que for
E ser tudo
Se todo amor é sagrado
E o fruto do trabalho é mais que sagrado, meu amor
A massa que faz o pão
Vale a luz do teu suor
Lembra que o sono é sagrado
E alimenta de horizontes o tempo acordado de viver
No inverno, te proteger
No verão, sair pra pescar
No outono, te conhecer
Primavera, poder gostar
No estio me derreter
Pra na chuva dançar e andar junto
O destino que se cumpriu
De sentir teu calor e ser todo
Fonte: LyricFind
"Se todo amor é sagrado E o fruto do trabalho é mais que sagrado, meu amor A massa que faz o pão Vale a luz do teu suor"
A partir desse trecho e do conjunto de sentidos construídos na canção, é possível inferir que o eu lírico: