Observe as afirmativas a seguir, em relação aos riscos
biológicos, com base na publicação Classificação de Risco
dos Agentes Biológicos, do Ministério da Saúde, 2022.
I. São considerados riscos biológicos: vírus, bactérias, parasitas, protozoários, fungos, archaea ou entidades acelulares como príons, RNA ou DNA (RNAi, ácidos nucleicos infecciosos, aptâmeros, genes e elementos genéticos sintéticos etc.) e partículas virais (VPL).
II. Virulência é a capacidade patogênica de um agente biológico, medida pelo seu poder de aderir, invadir, multiplicar e disseminar em determinados sítos de infecção e tecidos do hospedeiro, considerando os índices de morbimortalidade que ele produz.
III. A avaliação de risco apresenta alguns desafios na condução segura de procedimentos com agentes biológicos, tais como: a ocorrência de recombinação, uso de organismos geneticamente modificados (OGM) ou organismos geneticamente editados (OGE), organismos construídos ou modificados através da biologia sintética, ou ainda no uso de material genético isolado ou sintético. Não é necessário, portanto, estimar a emergência de novas variantes patogênicas.
Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que:
I. São considerados riscos biológicos: vírus, bactérias, parasitas, protozoários, fungos, archaea ou entidades acelulares como príons, RNA ou DNA (RNAi, ácidos nucleicos infecciosos, aptâmeros, genes e elementos genéticos sintéticos etc.) e partículas virais (VPL).
II. Virulência é a capacidade patogênica de um agente biológico, medida pelo seu poder de aderir, invadir, multiplicar e disseminar em determinados sítos de infecção e tecidos do hospedeiro, considerando os índices de morbimortalidade que ele produz.
III. A avaliação de risco apresenta alguns desafios na condução segura de procedimentos com agentes biológicos, tais como: a ocorrência de recombinação, uso de organismos geneticamente modificados (OGM) ou organismos geneticamente editados (OGE), organismos construídos ou modificados através da biologia sintética, ou ainda no uso de material genético isolado ou sintético. Não é necessário, portanto, estimar a emergência de novas variantes patogênicas.
Sobre as afirmativas acima, pode-se dizer que:
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