Uma das correntes filosóficas que influenciaram os anos iniciais do Serviço Social brasileiro foi o conservadorismo católico, fundamentado na Doutrina Social da Igreja, no ideário franco-belga e no pensamento tomista e neotomista. Na perspectiva de ampliar seus referenciais técnicos, a profissão entra em contato com o Serviço Social norte-americano, cujas propostas de trabalho voltavam-se para atender às novas configurações do desenvolvimento capitalista e às requisições de um Estado que começa a implementar políticas no campo social.
Nesse contexto, constitui-se um arranjo teórico-doutrinário, caracterizado pela junção do discurso humanista cristão com o suporte técnico-científico, que reitera para a profissão o caminho do pensamento conservador, inspirado na matriz