Leia o trecho a seguir, que apresenta os resultados de uma
pesquisa sobre a participação de trabalhadores rurais na política
de assistência social em pequenos municípios do interior paulista,
onde a agricultura da cana-de-açúcar representa a principal
atividade econômica.
Foram consultadas cem fichas de cinco municípios de até vinte mil habitantes, três da região de Franca e dois da região de Ribeirão Preto, perfazendo um total de 500 instrumentos. A presença de trabalhadores rurais e ex-trabalhadores rurais na política de assistência social é de 203 e catorze registros, respectivamente. Juntos representam 43,5% dos usuários (217 famílias). As fichas sem trabalhadores rurais somam 269 registros, o que equivale a 53,8% do público usuário. As fichas sem informação sobre ocupação foram catorze e representam 2,8% do universo pesquisado.
Adaptado de SANT’ANA, Raquel. “Trabalho e desenvolvimento: a realidade rural e a questão social.” Serviço Social & Sociedade, São Paulo, n. 120, 2014, p. 740.
Sobre as especificidades da participação dos usuários da zona rural na política de assistência social, analise as afirmativas a seguir.
I. O elevado número de registros de trabalhadores rurais e ex-rurais na pesquisa pode ser atribuído à mecanização da monocultura, que reduz as oportunidades de reinserção no mercado de trabalho e intensifica a demanda por políticas de assistência social nas zonas rurais.
II. A predominância de registros de trabalhadores não rurais na pesquisa pode ser explicada pela ampla diversidade de ocupações existentes no meio rural, o que abrange diferentes perfis de usuários que demandam políticas públicas de assistência social.
III. A presença de trabalhadores rurais, ex-rurais e não rurais nos registros da pesquisa pode ser explicada por uma concepção de pobreza rural vinculada a expressões culturais locais, e não pelas relações de trabalho, que valorizam a simplicidade, o cultivo familiar e o uso da assistência social como complemento de renda.
Está correto o que se afirma em
Foram consultadas cem fichas de cinco municípios de até vinte mil habitantes, três da região de Franca e dois da região de Ribeirão Preto, perfazendo um total de 500 instrumentos. A presença de trabalhadores rurais e ex-trabalhadores rurais na política de assistência social é de 203 e catorze registros, respectivamente. Juntos representam 43,5% dos usuários (217 famílias). As fichas sem trabalhadores rurais somam 269 registros, o que equivale a 53,8% do público usuário. As fichas sem informação sobre ocupação foram catorze e representam 2,8% do universo pesquisado.
Adaptado de SANT’ANA, Raquel. “Trabalho e desenvolvimento: a realidade rural e a questão social.” Serviço Social & Sociedade, São Paulo, n. 120, 2014, p. 740.
Sobre as especificidades da participação dos usuários da zona rural na política de assistência social, analise as afirmativas a seguir.
I. O elevado número de registros de trabalhadores rurais e ex-rurais na pesquisa pode ser atribuído à mecanização da monocultura, que reduz as oportunidades de reinserção no mercado de trabalho e intensifica a demanda por políticas de assistência social nas zonas rurais.
II. A predominância de registros de trabalhadores não rurais na pesquisa pode ser explicada pela ampla diversidade de ocupações existentes no meio rural, o que abrange diferentes perfis de usuários que demandam políticas públicas de assistência social.
III. A presença de trabalhadores rurais, ex-rurais e não rurais nos registros da pesquisa pode ser explicada por uma concepção de pobreza rural vinculada a expressões culturais locais, e não pelas relações de trabalho, que valorizam a simplicidade, o cultivo familiar e o uso da assistência social como complemento de renda.
Está correto o que se afirma em