A escolha da estratégia terapêutica na DAOP depende de estratificação clínica, distribuição anatômica da lesão e expectativa funcional. Técnicas endovasculares e cirúrgicas coexistem e não devem ser vistas como mutuamente excludentes, mas integradas a partir de lógica de sucesso técnico e durabilidade. Sobre esse tema, analise as afirmativas a seguir.
I.A angioplastia endovascular apresenta maior taxa de reintervenção tardia do que o bypass com veia safena para doença femoropoplítea extensa, mas ainda assim muitas vezes é preferida como primeira linha, especialmente em pacientes fragilizados ou com risco cirúrgico alto.
II.No tratamento de DAOP, o papel do controle agressivo de fatores de risco é secundário após a revascularização; a terapia antitrombótica e o controle lipidêmico têm menos impacto na evolução do enxerto do que a escolha técnica (stent vs. bypass).
III.Para doença aortoilíaca complexa (TASC II D), o padrão ouro histórico sempre foi open bypass, mas nos últimos anos há dados e diretrizes que sustentam a viabilidade da estratégia endovascular como primeira abordagem em centros experientes.
Assinale a alternativa que apresenta somente as proposições CORRETAS.