No contexto das cefaleias secundárias, o padrão de cefaleia crônica progressiva exige elevada
suspeição clínica devido à possibilidade de associação com processos expansivos intracranianos,
distúrbios da dinâmica liquórica e afecções infecciosas ou inflamatórias do sistema nervoso central. A
caracterização semiológica adequada e o reconhecimento dos sinais de alarme possuem relevância
decisiva na estratificação diagnóstica e definição da urgência investigativa. Sobre esse quadro clínico,
é correto afirmar: