Homem, 62 anos, internado há 3 dias após cirurgia ortopédica, evolui com dispneia súbita, dor torácica e taquicardia. A gasometria arterial mostra hipoxemia moderada, e a angiotomografia de tórax evidencia trombo em artéria pulmonar lobar direita, com aumento da relação entre ventrículo direito e ventrículo esquerdo (VD/VE), e derrame pleural mínimo. A pressão arterial é de 100/60 mmHg, sem choque, e o paciente apresenta antecedente de acidente vascular cerebral isquêmico há 3 meses. Encontra-se em anticoagulação plena com heparina não fracionada.
Considerando o manejo atual da embolia pulmonar de risco intermediário a alto em pacientes com maior risco de sangramento e o papel da radiologia intervencionista, a conduta mais adequada é