Marta, 7 anos, aluna do 2º ano
do Ensino Fundamental, apresenta bom desempenho
em atividades orais, demonstrando vocabulario amplo e capacidade de argumentação coerente. Contudo, durante atividades escritas, manifesta lentidão excessiva, postura corporal inadequada (aproxima muito
o rosto do papel), preensão imatura do lápis e dificuldade em organizar espacialmente o texto na folha.
Quando solicitada a reescrever uma produção, chora, afirma que “não consegue” e evita a tarefa. Em atividades matemáticas manipulativas, resolve problemas com eficiência quando utiliza material concreto, mas demonstra insegurança ao registrar simbolicamente suas
respostas. A professora suspeita de “preguiça” e sugere
intensificar copias para que a aluna “ganhe pratica”.
Conforme uma análise psicopedagógica integrada do desenvolvimento, a interpretação mais consistente é: