Verifica-se, no cotidiano do assistente social, uma tensão
entre o projeto profissional, capaz de projetar ações na vida
social, e a condição de trabalhador assalariado,
subordinado a empregadores e a condições externas.
Observa-se a naturalização da vida social, a
superestimação da força do capital e a submersão da
capacidade dos sujeitos de direcionarem suas atividades,
limitando o Serviço Social, muitas vezes, a aperfeiçoar
formal e burocraticamente as tarefas atribuídas pelos
demandantes da profissão, o que se traduz no