O manejo tradicional da síndrome coronariana
aguda tem se baseado na identificação do infarto
agudo do miocárdio com supradesnivelamento do
segmento ST (IAMCSST) como um indicador de
oclusão coronariana aguda. Essa associação entre
IAMCSST e oclusão coronariana aguda
historicamente ofuscou o infarto agudo do miocárdio
sem supradesnivelamento do segmento ST
(IAMSSST), apesar de evidências sugerirem que
25% a 34% dos casos de IAMSSST também podem incluir oclusão coronariana aguda. Sobre o infarto
agudo do miocárdio sem supradesnivelamento do
segmento ST, é incorreto afirmar que