Para responder a questão, leia o comentário do escritor Márcio Cotrim sobre a origem da expressão “presente de grego”.
Presente de Grego
Páris, filho do rei Príamo, de Troia, rapta a belíssima Helena, esposa de Menelau, rei de Esparta. Para se vingar, Menelau forma um poderoso exército. Explode sangrento conflito, que dura dez anos.
Numas das investidas, os gregos, espertos, conseguem enganar os troianos. Como quem não quer nada, deixam à porta dos muros fortificados da cidade inimiga um enorme cavalo de madeira, o chamado Cavalo de Troia, autêntico presente de grego. Assim conta a lenda – e mostra o cinema, em filme de estrondoso sucesso.
Os ingênuos troianos, agradecidos pelo presente, abrem as portas e põem o equino para dentro. Na calada da noite, os soldados gregos, escondidos, saem do interior do cavalão e, graças ao efeito surpresa, quase sem resistência arrasam impiedosamente a cidade.
Esta é a origem da expressão presente de grego. Até hoje, muita gente também é seduzida por mimos que, na verdade, disfarçam um saco de maldades. É que o homem nunca deixou de ser o lobo do homem...
Os ditados populares são frases curtas que condensam experiências de vida e conhecimentos acumulados ao longo do tempo. Um ditado popular brasileiro que teria sido de grande valia para os troianos é: