A Reforma Protestante do século XVI estabeleceu o princípio de “Somente a Escritura” como a regra única e infalível de fé e de prática. No entanto, as denominações protestantes históricas — como as Luteranas, Reformadas e Presbiterianas — adotaram Símbolos de Fé (Confissões e Catecismos, como a Confissão de Augsburgo ou a Confissão de Fé de Westminster). Esses documentos, elaborados por concílios e sínodos, visam a sistematizar a doutrina e a garantir a unidade e a ortodoxia e são frequentemente exigidos na subscrição ministerial. A teologia protestante, para manter a supremacia da Bíblia, desenvolveu uma distinção rigorosa no grau de autoridade. A relação de autoridade entre os Símbolos de Fé e a Bíblia, de acordo com o entendimento confessional clássico, é que os Símbolos de Fé: