Uma equipe de bioengenharia desenvolveu vesículas lipídicas artificiais destinadas a funcionar como barreiras seletivas em sistemas de liberação controlada de fármacos. Durante os testes, observou-se que determinadas formulações apresentavam organização excessivamente cristalina da bicamada lipídica, com baixa mobilidade lateral e reduzida permeabilidade.
Para produzir uma membrana biológica mais cristalina e menos fluida em temperatura ambiente, a modificação estrutural mais adequada é