Paulo Fochi (em Afinal, o que os bebês fazem no berçário?, 2015) faz referência a estudos do campo pedagógico que entendem que “os sujeitos da Educação Infantil
não são alunos, mas crianças”. Essa colocação demarca
um certo modo de compreender comportamentos infantis, expectativas dos adultos, papéis exercidos na escola,
entre outros. É uma consideração relevante, pois