Eleita Capital Mundial do Livro, Rio tem bibliotecas históricas
A cidade do Rio de Janeiro foi escolhida como a Capital Mundial do Livro em 2025, uma
iniciativa da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco)
que reconhece anualmente municípios que promovem a leitura para todos os grupos sociais e
faixas etárias.
Esta foi a primeira vez que uma capital de língua portuguesa recebeu o título. Em 2024,
Estrasburgo, na França, ficou com a distinção. Madri, Alexandria, Bogotá, Amsterdã, Buenos Aires
e Atenas já carregaram o título no passado.
Em comunicado à imprensa, a Unesco afirmou que o patrimônio literário do Rio de
Janeiro é de suma importância social. O órgão também destacou a "visão claramente definida e
um plano de ação para promover a literatura, a sustentabilidade do mercado editorial e a leitura
entre os jovens, aproveitando as tecnologias digitais".
Audrey Azoulay, diretora-geral da Unesco, ressaltou que os livros são veículos essenciais
para acessar, transmitir e promover educação, ciência, cultura e informação. "Graças aos livros,
nós nos mantemos informados, nos divertimos e somos capazes de entender melhor o nosso
mundo", comentou em nota.
O ano de comemorações do Rio como a Capital Mundial do Livro teve início no fim de abril.
A cidade do Rio de Janeiro é sede da Bienal do Livro do Rio, uma das maiores feiras da área em
toda América Latina. A última edição, de 2023, bateu recorde de público com mais de 600 mil
visitantes e vendeu cerca de 5,5 milhões de livros, segundo a organização. Em 2025, o evento
começa em 13 de junho.
Outro destaque aconteceu no ano passado, quando o Rio de Janeiro anunciou rotas
literárias para apresentar a vida de escritores como Machado de Assis, Lima Barreto, Clarice
Lispector e Rachel de Queiroz por meio de um aplicativo. A iniciativa uniu história, cultura e
tecnologia para destacar autores da cidade em audioguias disponíveis no site oficial da
EmbraturLab.
O Rio de Janeiro também recebeu da Unesco o reconhecimento de Cidade Criativa da
Literatura, em 2023. Segundo o órgão, a capital usa a literatura como ferramenta para abordar
desigualdades e melhorar a qualidade de vida da população.
A cidade também guarda locais históricos e culturais da literatura local e mundial. Entre
eles, o público pode conhecer e visitar as bibliotecas do Real Gabinete Português de Leitura e
da Academia Brasileira de Letras.
Fonte: Eleita Capital Mundial do Livro, Rio tem bibliotecas históricas; conheça | CNN Brasil V&G
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