Paciente de 34 anos, sexo feminino, com diagnóstico de lúpus
eritematoso sistêmico (LES) há dois anos, em uso regular de
hidroxicloroquina 400 mg/dia e prednisona 5 mg/dia (sem
qualquer alteração terapêutica há 8 meses), é trazida à clínica da
família pelo marido. Ele refere que, há aproximadamente uma
semana, ela tem dormido apenas duas horas por noite, mas não
demonstra cansaço, apresenta humor eufórico, fala acelerada,
ideias de grandiosidade (afirma ter “descoberto a cura para o
lúpus”) e aumento dos gastos financeiros por impulso.
Ao exame físico, evidenciou-se rash malar e artrite em punhos (achados ausentes na última consulta). Exames laboratoriais revelam queda do complemento sérico (C3 e C4) e elevação do título de anti-dsDNA, comparado ao exame realizado no mês anterior. Nega uso de álcool, substâncias ou outros medicamentos. Não há história pessoal ou familiar de transtorno psiquiátrico.
A principal hipótese diagnóstica é
Ao exame físico, evidenciou-se rash malar e artrite em punhos (achados ausentes na última consulta). Exames laboratoriais revelam queda do complemento sérico (C3 e C4) e elevação do título de anti-dsDNA, comparado ao exame realizado no mês anterior. Nega uso de álcool, substâncias ou outros medicamentos. Não há história pessoal ou familiar de transtorno psiquiátrico.
A principal hipótese diagnóstica é
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Residência em Medicina - de Atuação/Psicoterapia
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