Segundo Erik Erikson (1950/1994), o
desenvolvimento humano compreende uma sequência
de crises psicossociais que articulam dimensões
biológicas, cognitivas e culturais. O autor concebe o
ego como estrutura que sintetiza identidades parciais e
coordena as demandas do self em contextos sociais
complexos. Ao abordar o estágio “Intimidade versus
Isolamento”, Erikson afirma que a capacidade de amar
se funda na consolidação prévia da identidade pessoal.
Nessa perspectiva, a resolução adequada dessa crise
caracteriza-se por: