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4160377 Ano: 2025
Disciplina: Biologia
Banca: FCC
Orgão: CBM-AP

A Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático (Sobrasa) criou uma classificação que divide o afogamento em seis graus de gravidade, ajudando os bombeiros a identificar rapidamente qual tratamento a vítima precisa. A presença de espuma nas vias aéreas é um sinal clínico fundamental para determinar a gravidade; no grau 2, por exemplo, observa-se pouca espuma na boca e nariz; no grau 3 há muita espuma com pulso radial presente (sinais de circulação periférica, quando avaliado por profissional treinado); e no grau 4 há muita espuma sem pulso radial. A espuma se forma pela aeração do líquido aspirado, rico em surfactante e proteínas, sendo frequentemente mais volumosa em afogamentos no mar pela estabilização da espuma por sais.

 

(Disponível em: https://fcbm.org/wp-content/uploads/2020/10/Manual-de-emergencias-aquaticas.pdf. Adaptado de Sobrasa – Manual de Afogamentos. Acesso em 04/08/2025)

 

Durante um salvamento aquático, um bombeiro encontra uma vítima com muita espuma nas vias aéreas e pulso radial presente (quando avaliado por profissional treinado), com ou sem rebaixamento de consciência. Segundo a classificação da Sobrasa, esta vítima apresenta afogamento grau 3. Considerando a fisiopatologia do afogamento, o processo celular diretamente comprometido nesta situação é:

 

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