Após a observância das formalidades legais, João foi condenado,
pelo juízo de primeira instância, pela prática de ato doloso de
improbidade administrativa. Interposto recurso de apelação, o
Tribunal de Justiça confirmou o decreto condenatório. Em seguida,
a defesa de João recorreu ao Superior Tribunal de Justiça, sendo
certo que a Corte da Cidadania manteve inalterado o provimento
jurisdicional. Por fim, aguarda-se o julgamento de recurso
interposto junto ao Supremo Tribunal Federal. Registre-se, por
fim, que Matheus, beneficiário do ato ímprobo perpetrado por
João, responde por conduta caracterizadora de improbidade
administrativa em outra relação processual.
Nesse cenário, considerando as disposições da Lei nº 8.429/1992, é correto afirmar que as sanções aplicadas a João, em razão da condenação pela prática de ato doloso de improbidade administrativa
Nesse cenário, considerando as disposições da Lei nº 8.429/1992, é correto afirmar que as sanções aplicadas a João, em razão da condenação pela prática de ato doloso de improbidade administrativa
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