As Doenças Tropicais Negligenciadas (DTNs) ameaçam mais de 1,7 bilhão de pessoas que vivem nas comunidades
mais pobres e marginalizadas do mundo. Essas enfermidades apresentam indicadores inaceitáveis e investimentos reduzidos nas áreas de pesquisa, produção de medicamentos e em seu controle. O controle da esquistossomose, DTN,
depende fortemente do fármaco praziquantel (PZQ), que é usado como quimioterapia preventiva como parte das estratégias nacionais de controle de helmintos. O PZQ é comercializado sob a forma de uma mistura racêmica 1:1 de dois
enantiômeros (ver figura abaixo). Apenas o enantiômero (R) (também conhecido como Levo-PZQ, L-PZQ ou (-)-PZQ)
do PZQ possui ação farmacológica efetiva, enquanto o enantiômero (S) (também conhecido como Dextro-PZQ, D-PZQ
ou (+)-PZQ) não tem ação antiesquistossômica, mas contribui para alguns dos efeitos colaterais conhecidos do PZQ,
como dores abdominais e diarreia, além de conferir um sabor amargo indesejável, o que dificulta a sua administração
a crianças.

Fórmula estrutural dos dois enantiômeros do praziquantel. Fonte: Zdesenko G; Mutapi F. PLoS Negl. Trop. Dis. 2020;14(9):e0008649.
Com base na estrutura dos dois enantiômeros do praziquantel, é INCORRETO afirmar que:

Fórmula estrutural dos dois enantiômeros do praziquantel. Fonte: Zdesenko G; Mutapi F. PLoS Negl. Trop. Dis. 2020;14(9):e0008649.
Com base na estrutura dos dois enantiômeros do praziquantel, é INCORRETO afirmar que:
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