Leia o texto seguinte:
“Repensar a História produzida e sua inserção nos currículos dos cursos de formação inicial em História e também na prática pedagógica dos professores formadores, assim como repensar o conhecimento histórico escolar, analisando o lugar social ocupado pelos atores ausentes, inferiorizados ou ‘periferizados’ particularmente os afro-brasileiros e indígenas, na produção e veiculação do conhecimento histórico, constitui-se uma possibilidade concreta para a construção de um conhecimento pautado pela compreensão da importância da inclusão da História da diferentes populações e sujeitos até então silenciados e/ou ocultos, rompendo, assim, com a dicotomia ‘dominantes e dominados’, ‘superiores e inferiores’, mas também auxiliando na mudança de posturas e concepções sobre negros e indígenas, dos esteriótipos criados, do racismo e da discriminação revelada contra estes sujeitos históricos”. (CEREZER, Osvaldo Mariotto. Ensinar História Afro-brasileira e Indígena no século XXI: A diversidade em debate.
Curitiba: Appris, 2019. p. 229.)
O ensino de História afrodescendente e indígena no Brasil está amparado por legislações específicas e por diretrizes curriculares que buscam enfrentar o racismo estrutural e valorizar a diversidade histórica e cultural do país.
Sobre o debate apresentado no texto, assinale a alternativa CORRETA.