A Reforma Psiquiátrica brasileira propõe uma
reestruturação do modelo de atenção em saúde
mental, centrando o cuidado no território, nas
relações afetivas e nos projetos de vida dos usuários.
Porém, tal proposta é vista como utópica por muitos
profissionais da saúde, que consideram os serviços
comunitários insuficientes frente à complexidade dos
quadros psiquiátricos graves, sendo preferível, nesses
casos, manter o hospital psiquiátrico como referência
principal de cuidado.