Texto 2
Mobilidade urbana é um dos assuntos mais
problemáticos a serem solucionados, principalmente nas
grandes cidades. Ela trata não apenas do deslocamento
de pessoas de um ponto para outro, mas reflete o nível de
desenvolvimento, de qualidade de vida e bem-estar da
população.
Em 2016, o Observatório das Metrópoles do
Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia divulgou
estudo, baseado em dados de 2010 do IBGE, que analisa
as 15 principais regiões metropolitanas. As melhores
colocadas foram Campinas, Florianópolis, Curitiba,
Goiânia e Porto Alegre. No índice que vai de zero a um e
avalia o bem-estar da população, apenas a cidade de
Campinas, interior de São Paulo, foi considerada boa. A
cidade paulista foi a única considerada excelente de
bem-estar.
Se a mobilidade urbana de uma maneira geral não
é considerada adequada no Brasil, o cenário fica ainda
mais descabido para pessoas com algum tipo de
deficiência, essas são as mais prejudicadas.
De acordo com o IBGE, os deficientes físicos
representam 6,7% da população do Brasil, cerca de 14
milhões de pessoas e apenas 4,7% das vias públicas
possuem rampas para cadeirantes. Menor ainda é o
número de guias em calçadas, estabelecimentos e demais
vias para cegos.
(Mobilidade ainda não é sinônimo de acessibilidade para
deficientes. Jornal da USP, São Paulo, 19 de set., 2023).
Disponível em:
https://jornal.usp.br/atualidades/mobilidade-ainda-nao-esinonimo-deacessibilidadeparadeficientes/#:~:text=Se%20a%20mobilid
ade%20urbana%20de,essas%20s%C3%A3o%20as%20m
ais%20prejudicadas.. Acesso em 5 nov. 2024)
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