Historicamente, o controle de endemias
no Brasil operou sob o comando de órgãos como o Serviço
Nacional de Febre Amarela e, posteriormente, a SUCAM.
A transição para o modelo atual de Vigilância em Saúde
exigiu que a atuação do ACE passasse de uma lógica
puramente executora de venenos (inseticidas) para uma
prática baseada na: