Gestante de 32 anos, G2P1, com 28 semanas de gestação, dá
entrada no pronto-socorro com febre alta (39,2 °C), mialgia
intensa, dispneia progressiva e tosse seca há 48 horas. Apresenta
saturação de O₂ de 91% em ar ambiente, taquipneia e estertores
finos bibasais. Testagem rápida para influenza A é positiva, e a
paciente é admitida com suspeita de síndrome respiratória aguda
secundária à infecção viral. O quadro evolui com necessidade de
O₂ suplementar e início de antiviral.
A alteração fisiológica pulmonar da gestação que contribui de forma mais direta para a gravidade da infecção viral nesse contexto é
A alteração fisiológica pulmonar da gestação que contribui de forma mais direta para a gravidade da infecção viral nesse contexto é
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