Em artigo intitulado “Mapeamento de estruturas de gestão
colegiada em escolas dos sistemas estaduais de ensino”
(publicado na revista Em aberto, v. 17, n. 72, 2000),
Parente e Lück apresentam dados de uma pesquisa realizada em 1997 que identificou a existência de treze tipos
diferentes de estruturas de gestão colegiada. Uma dessas
estruturas, então ausente nas escolas estaduais de São
Paulo (mas presente outras 8 unidades federadas), é
definida pelas autoras nos seguintes termos: “instituição
jurídica, de direito privado, sem fins lucrativos, que tem
como função básica administrar os recursos financeiros
da escola, oriundos da União, Estados e municípios, e
aqueles arrecadados pelas unidades escolares, ou seja,
são unidades financeiras executoras, na expressão
genérica definida pelo MEC”.
Trata-se
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